O Brasil garantiu espaço definitivo na memória dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Antes mesmo do encerramento oficial da competição, previsto para o próximo domingo, a participação nacional já entrou para a história tanto pelo desempenho esportivo quanto pelo impacto visual na cerimônia de abertura.
Em evento realizado na manhã desta quinta-feira (19), na Casa Brasil, em Milão, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) formalizou a doação do casaco utilizado na abertura ao Museu Olímpico, administrado pelo Comitê Olímpico Internacional e localizado em Lausanne, na Suíça. A entidade foi representada por Julien Debove.
Produzida pela grife francesa Moncler, a peça chamou atenção por trazer uma enorme bandeira do Brasil estampada na parte interna da jaqueta puffer. O item rapidamente se tornou um dos destaques visuais do desfile das delegações e agora passará a integrar o acervo oficial do museu.
Conquistas dentro e fora das pistas
O reconhecimento institucional se soma ao desempenho expressivo do Time Brasil nesta 25ª edição dos Jogos de Inverno. A delegação conquistou sua primeira medalha de ouro na história da competição, com Lucas Pinheiro no esqui alpino, marco inédito para o país na modalidade.
Além do título, o Brasil alcançou seu maior número de resultados entre os 20 melhores colocados. Foram quatro desempenhos de destaque: o ouro de Lucas Pinheiro, o 11º lugar de Nicole Silveira no skeleton, o 14º posto de Pat Burgener e o 19º de Augustinho Teixeira, ambos no snowboard halfpipe.
A soma dos resultados consolida a melhor participação brasileira em Jogos Olímpicos de Inverno, ampliando a visibilidade do país em modalidades tradicionalmente dominadas por nações de clima frio.
Por Victoria Medeiros, da Redação da jovem Pan News Manaus
Foto: Reuters






