O Ministério Público do Estado do Amazonas apresentou, nesta sexta-feira, 24, o Ranking de Acessibilidade Digital 2026, que avaliou 106 sites de órgãos públicos e apontou evolução média de 77% nos indicadores de inclusão. A divulgação ocorreu durante a certificação do projeto Rede PCD, voltado à melhoria do acesso digital para pessoas com deficiência.
A solenidade foi realizada na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Manaus, e conduzida pelo promotor de Justiça Vítor Moreira da Fonsêca, responsável pela iniciativa. O evento também contou com a presença da procuradora-geral de Justiça, Leda Mara Nascimento Albuquerque. Durante a abertura, a PGJ destacou que a acessibilidade digital vai além da tecnologia.
“Quando falamos de acessibilidade, estamos falando de garantir acesso e reduzir barreiras para todos os cidadãos”, afirmou.
Entre os órgãos avaliados, cinco alcançaram nota máxima e lideraram o ranking. O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas apresentou a maior evolução, com aumento de 69,5% nos indicadores, seguido pela Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (+63,9%), Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Amazonas (+56,3%), Controladoria-Geral do Estado do Amazonas (+53,8%) e Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (+53,8%).
A Rede PCD é coordenada pela 42ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência e tem como objetivo identificar barreiras em plataformas digitais e estimular a adoção de práticas mais inclusivas. Segundo o promotor Vítor Fonsêca, a acessibilidade digital é um direito.
“Não se trata de um favor, mas de uma obrigação legal e social. O projeto busca monitorar, cobrar e incentivar avanços contínuos”, afirmou.
Como parte da programação, o professor Tiago Silva da Silva ministrou palestra sobre acessibilidade digital, com foco na orientação de gestores públicos sobre inclusão nos serviços online.
Com Informações do Ministério Público do Amazonas
Por João Paulo Oliveira, da redação da Jovem Pan News Manaus






