Petrobras reajusta querosene de aviação em até 12% a partir desta quinta-feira

Aumento do combustível utilizado em aviões comerciais chega a 12% em algumas bases de distribuição do país. Reajuste ocorre após alta média de 13,9% registrada em setembro.

O preço do querosene de aviação (QAV) vendido pela Petrobras às distribuidoras aumentou até 12% a partir desta quinta-feira (1º). O reajuste de outubro varia conforme a base de distribuição e ocorre após a alta média de 13,9% aplicada em setembro.

De acordo com os preços divulgados pela estatal, o maior reajuste entre as bases mencionadas foi registrado em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, onde o combustível ficou 12% mais caro. Em Guarulhos, em São Paulo, e Betim, em Minas Gerais, o aumento foi de 11,6%.

Reajuste do combustível ocorre mensalmente

Os preços do querosene de aviação são atualizados todos os meses, conforme os contratos firmados entre a Petrobras e as distribuidoras. Os valores variam de acordo com a localização das bases de abastecimento.

O reajuste de outubro representa o segundo aumento mensal consecutivo do combustível, após a elevação média de 13,9% registrada em setembro.

O querosene de aviação é utilizado principalmente em aeronaves comerciais equipadas com motores a turbina. No Brasil, a Petrobras comercializa o produto com as distribuidoras, responsáveis pelo fornecimento às companhias aéreas nos aeroportos.

Aumento pode pressionar custos das companhias aéreas

O combustível representa uma parcela dos custos operacionais das empresas de aviação. Com o novo reajuste, as companhias poderão enfrentar aumento nas despesas de abastecimento, dependendo dos contratos e das condições de fornecimento.

O impacto sobre os preços das passagens aéreas dependerá de fatores como a política comercial das empresas, a concorrência entre as companhias e a demanda por voos.

Até o momento, os percentuais informados se referem aos preços praticados pela Petrobras nas bases de distribuição, não representando necessariamente o reajuste final pago pelas companhias aéreas.

 

Foto: Reprodução/Internet

Por Erike Ortteip, da redação da Jovem Pan News Manaus.