Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) foram eleitos para representar o Amazonas no Senado Federal pelos próximos oito anos. A definição ocorreu durante a apuração das eleições deste domingo (4), que contou com a participação dos eleitores amazonenses na escolha dos representantes do estado.
Com mais de 92% das urnas apuradas, Braga aparecia na primeira colocação, com 31,73% dos votos válidos. Plínio Valério ocupava a segunda posição, com 24,75%.
Plínio Valério ultrapassa Capitão Alberto Neto
A segunda vaga foi definida após uma disputa próxima entre Plínio Valério e Capitão Alberto Neto (PL). Durante boa parte da apuração, o candidato do PL permaneceu na segunda colocação.
Com o avanço da totalização dos votos do interior do Amazonas, Plínio Valério passou à frente. No momento indicado na apuração, a diferença entre os dois candidatos era de pouco mais de 25,3 mil votos.
Plínio contabilizava aproximadamente 882,5 mil votos, enquanto Capitão Alberto Neto somava 857,2 mil.
Veja como ficou a disputa
Além dos dois eleitos, o resultado parcial apontava Capitão Alberto Neto na terceira colocação, com 24,08% dos votos válidos.
O ex-governador Wilson Lima aparecia em quarto lugar, com 11,62%. Entre os demais concorrentes, Professora Evany (PSol) registrava mais de 6% dos votos.
Na parte inferior da apuração estavam Xuxa do Amazonas (Mobiliza), com 1,32%; Dailson Corrêa (DC), com 0,39%; e Evandro de Oliveira (PSTU), com 0,14%.
Nova representação do Amazonas
Com a eleição de Eduardo Braga e Plínio Valério, o Amazonas define os dois nomes que ocuparão as vagas em disputa para o Senado Federal. Os mandatos terão duração de oito anos.
A votação para o Senado ocorre pelo sistema majoritário. Em 2026, os eleitores amazonenses escolheram dois dos três representantes que compõem a bancada do estado no Senado.
Os percentuais e a quantidade de votos apresentados durante a apuração são atualizados conforme a Justiça Eleitoral realiza a totalização dos resultados.
Por Victoria Medeiros, da Redação da Jovem Pan News Manaus
Foto: Reprodução / Agência Senado






