Capítulos da Amazônia chegam ao cinema em Beijing para abertura do Ano Cultural Brasil-China

O festival de cinema brasileiro “Amazônia: uma floresta na tela” abriu em 30 de janeiro de 2026 no Palace Cinema, em Beijing, apresentando sete filmes que retratam a floresta e suas comunidades. O evento integra a programação do Ano Cultural Brasil-China e segue até 8 de fevereiro.

O cinema Palace Cinema, em Beijing, recebeu a abertura do festival de cinema brasileiro “Amazônia: uma floresta na tela” em 30 de janeiro de 2026. Com sete produções nacionais exibidas, o evento faz parte da programação oficial do Ano Cultural Brasil-China, mostrando ao público chinês diferentes aspectos ambientais, culturais e humanos da Amazônia.

O festival reúne obras brasileiras de gêneros variados, incluindo longas de ficção e animações, todas com a Amazônia como tema central. Entre os filmes exibidos estão:

  • Manas, que acompanha a vida de uma jovem às margens do rio Amazonas;

  • O Último Azul, focado nas experiências da população idosa na região;

  • Enquanto o Céu Não Me Espera, que aborda dinâmicas familiares e sociais locais.

Organizado pela Rong Yu Culture Media Co., Ltd. em cooperação com instituições culturais brasileiras, o festival visa apresentar ao público chinês a Amazônia como território humano, cultural e ambiental, fortalecendo a aproximação entre os dois países.

Na cerimônia de abertura, o embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, destacou que a iniciativa é uma expressão concreta da cooperação cultural Brasil-China, oferecendo ao público chinês uma visão mais ampla e realista da diversidade cultural, social e ambiental brasileira.

Produções como Manas já obtiveram reconhecimento internacional e receberam avaliações positivas em plataformas chinesas de crítica cinematográfica, como a Douban, refletindo o interesse crescente do público local por obras brasileiras.

O festival faz parte de um movimento mais amplo de intercâmbio cultural entre Brasil e China, incluindo iniciativas em cinema, literatura e artes visuais. Especialistas afirmam que eventos desse tipo ajudam a ampliar a visibilidade de narrativas brasileiras e contribuem para fortalecer trocas culturais e turísticas entre os dois países ao longo de 2026.

Com informações da Assessoria.

Por Erike Ortteip, da redação da Jovem Pan News Manaus.