As obras do Programa de Saneamento Integrado (Prosai) seguem em execução em Parintins, com investimento de US$ 87,5 milhões. O valor é o maior já aplicado em um município do interior do Amazonas para ações de saneamento e urbanização.
O programa atua em frentes como abastecimento de água, habitação e urbanização. As intervenções começaram em setembro de 2024, com foco no sistema de água, e avançaram ao longo de 2025.
Em junho, foi entregue a primeira etapa do novo sistema de abastecimento de água da cidade, com 26 quilômetros de rede de distribuição e nove poços profundos. A estrutura passou a reforçar o fornecimento de água tratada na sede do município.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Marcellus Campêlo, a obra enfrentou um problema antigo do município.
“Em poucos meses, o Prosai solucionou o problema histórico dos poços contaminados, garantindo água tratada para a população da sede de Parintins”, afirmou.
O sistema conta ainda com quatro Centros de Reservação e Distribuição (CRDs), que estão em diferentes fases de execução. O CRD 2 está em fase final, com reservatório elevado de 400 mil litros e dois reservatórios apoiados de 375 mil litros cada. Nos CRDs 1, 3 e 4, seguem as obras de perfuração de poços e construção dos reservatórios.
De acordo com a coordenação local do programa, além das obras, houve acompanhamento institucional e técnico ao longo do ano.
“Foram realizadas reuniões com a prefeitura, encontros com o Grupo de Apoio Local e visitas técnicas com representantes do BID, para acompanhamento das obras”, explicou o coordenador local do Prosai, Leonardo Normando.
Além da infraestrutura, o programa realizou ações pontuais de apoio à população, como um mutirão para emissão de 300 carteiras de identidade e atividades informativas durante o Festival de Parintins.
Para 2026, a previsão é concluir os Centros de Reservação e Distribuição e iniciar as obras de urbanização e construção de conjuntos habitacionais no município.
Com Informações da Unidade Gestora de Projetos Especiais
Por João Paulo Oliveira, da redação da Jovem Pan News Manaus






