As eleiçõess de 2026 nos trazem uma reflexão pertinente para quem ja passou dos 40 anos de idade, os que viveram ou recordam o período politico das décadas de 1980 e 1990, assim como eu e alguns amigos.
Era uma época de transição política com a redemocratização do país, logo após governos militares.
A escolha por nomes de consenso extremamente com participação e conhecimento político, intelectualidade e participação efetiva na vida pública ou coletiva, faziam parte dos critérios mínimos para ser o escolhido na disputa de cargos eletivos. Havia uma exigência de títulos, histórico de liderança, opinião e aproximação com os anseios da sociedade em suas reinvidições.
Na ultima década houve uma escalada de nomes que obtiveram êxito em suas investidas e acabaram se elegendo com um numero recorde de votos, fenômeno este atribuído a diversos fatores, sendo o mais citado “o voto te protesto”. Protesto que dura segundos, diante da urna eletrônica, e que poderá ir além de um mandato e até se estabecer por décadas.
Experimente acompanhar, as sessões do parlamento de sua cidade, ou as transmissões do congresso nacional e tire suas conclusões!?
Nos dias atuais há diversos candidatos que se apresentam como alternativa ao eleitor que acreditam que podem contribuir para uma politica em nosso estado e ate mesmo no País.
Há algo acontecendo nos debates, temas, discussões e afins que em sua maioria são de interesses duvidosos, diante daquilo que a população necessita. Desde a eleição de um palhaço para compor os 513 deputados federais, que elegem projetos e determinam o futuro de uma nação, com mais de 220 milhões de habitantes, significa que atingimos o ponto mais crítico na escolha de integrantes dos parlamentos.
Ao mencionar Brasília, observemos a produtividade do parlamento estadual com criação de datas comemorativas, entrega de comendas e medalhas, títulos de cidadão, para citar alguns. Na câmara do maior colégio eleitoral do estado, a capital Manaus, a realidade não é diferente, personagens cada vez mais distantes da realidade das ruas, bairros, comunidades, serviços básicos que precisam ser ampliados, acompanhando a explosão demográfica da capital do Amazonas e que hoje somente apontam as falahs de outros agenes públicos e esquecem de fazer o seu trabalho.
Estamos diante de mais uma grande oportunidade de mudar essa realidade.
Precisamos procurar saber quem são e o que podem oferecer determinados candidatos nessas eleições em 2026, pesquisando suas atitudes no passado e o que pensam do futuro para o nosso país, estado e cidade que vivemos, qual sua capacidade e compromisso com as classes, sendo o mínimo para darmos início ao resgate de homens e mulheres públicos que nos representem e nos façam ter orgulho de sermos “Brasileiros e Amazonenses”.
Da redação da Jovem Pan News Manaus – Jackson Nascimento, Coluna “Dinâmica da Política”






