Na capital, Manaus, o volume de impostos pagos pela população também cresce e supera R$ 2 bilhões ao longo de 2025. O resultado é superior ao registrado em 2024 e acompanha o ritmo de alta observado em todo o estado.
Principais fontes da arrecadação
A maior parte dos tributos arrecadados no Amazonas vem da produção e circulação de mercadorias. O principal imposto é o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que incide sobre produtos e serviços consumidos diariamente, como alimentos, combustíveis, energia elétrica e transporte.
Outro destaque é o Imposto de Renda (IR), que lidera entre os tributos sobre renda e propriedade, sendo pago por trabalhadores e empresas. Já as contribuições previdenciárias correspondem aos valores destinados à Previdência Social, responsáveis pelo financiamento de aposentadorias, pensões e outros benefícios.
Crescimento contínuo na última década
Os dados do Impostômetro indicam que a arrecadação no Amazonas cresce de forma contínua nos últimos dez anos. Em 2015, o estado arrecadou R$ 24,8 bilhões. O valor subiu para R$ 29,8 bilhões em 2018, chegou a R$ 32 bilhões em 2021, passou para R$ 37,7 bilhões em 2023, alcançou R$ 44,8 bilhões em 2024 e, agora, fecha 2025 em R$ 49 bilhões.
Em uma década, a arrecadação praticamente dobrou, refletindo o aumento do consumo, da atividade econômica e da carga tributária.
Impacto para a população
Apesar do volume expressivo de recursos, especialistas destacam que o principal desafio continua sendo a aplicação eficiente do dinheiro público. A expectativa é que a arrecadação recorde se traduza em melhorias concretas em áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura, beneficiando diretamente a população amazonense.
Com informações da Assessoria.
Por Erike Ortteip, da redação da Jovem Pan News Manaus.






