Amazonas é o 2º estado do país com mais pessoas chamadas Neymar, aponta IBGE

Levantamento do Censo 2022 mostra que o Amazonas concentra uma das maiores proporções de moradores registrados com o nome do jogador brasileiro.

O Amazonas é o segundo estado brasileiro com a maior proporção de pessoas registradas com o nome Neymar, segundo dados da plataforma “Nomes no Brasil”, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base no Censo Demográfico de 2022.

De acordo com o levantamento, 239 moradores do estado possuem o nome Neymar. O número representa 0,006% da população amazonense, índice inferior apenas ao de Roraima, que registra proporção de 0,008%.

Em todo o país, 2.443 pessoas têm esse nome, que ocupa a 4.486ª posição entre os nomes mais frequentes do Brasil.

Popularização ocorreu na última década

Os dados também mostram que a idade mediana das pessoas chamadas Neymar é de 11 anos. O indicador sugere que a maior parte dos registros ocorreu nos últimos anos, período em que o jogador Neymar ganhou destaque no cenário nacional e internacional.

Amazonas concentra seis cidades entre as dez primeiras do país

Além da posição de destaque entre os estados, o Amazonas reúne seis dos dez municípios brasileiros com maior proporção de moradores chamados Neymar.

O município de São Paulo de Olivença aparece na segunda colocação nacional, com 0,04% da população registrada com o nome. Na sequência está Santo Antônio do Içá, também com 0,04%.

Já Tabatinga ocupa a quarta posição, com 0,03% da população.

São Gabriel da Cachoeira e Maués aparecem na quinta e sexta colocações, respectivamente, ambos com 0,02%.

A lista é completada por Manaus, que figura entre os dez municípios com maior incidência do nome, registrando proporção de 0,002% da população.

O levantamento integra a plataforma “Nomes no Brasil”, ferramenta do IBGE que permite consultar a frequência e a distribuição geográfica dos nomes registrados no país com base nos dados do Censo Demográfico de 2022.

 

Com informações do G1 AM*

Por Haliandro Furtado, da redação da Jovem Pan News Manaus