A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso e a comercialização de lotes do suplemento alimentar Dietary Supplement Rosabella Moringa Capsules, fabricado pela Ambrosia Brands, LLC. O produto é feito a partir da planta Moringa oleifera.
A medida foi adotada após a identificação de vínculo do suplemento com um surto de contaminação por Salmonella nos Estados Unidos. Segundo a agência, a cepa identificada apresenta resistência a antibióticos de primeira linha e também a opções alternativas de tratamento.
Lotes proibidos
A determinação inclui os seguintes lotes:
- 5020591;
- 5020592;
- 5020593;
- 5020594;
- 5020595;
- 5020596;
- 5030246;
- 5030247;
- 5030248;
- 5030249;
- 5030250;
- 5030251;
- 5040270;
- 5040271;
- 5040272;
- 5040273;
- 5040274;
- 5040275;
- 5040276;
- 5040277;
- 5040278;
- 5040279;
- 5050053;
- 5050054;
- 50’50055;
- 5050056;
- 5060069;
- 5060070;
- 5060071;
- 5060072;
- 5060073;
- 5060074;
- 5060075;
- 5060076;
- 5060077;
- 5060078;
- 5060079;
- 5060080;
- 5080084;
- 5080085;
- 5080086;
- 5090107;
- 5090108;
- 5090109;
- 5090113;
- 5090114;
- 5090115;
- 5090116;
- 5090117;
- 5090118;
- 5100039; e
- 5100048.
Riscos à saúde
A Salmonella é uma bactéria que causa infecção alimentar conhecida como salmonelose. Os sintomas podem surgir entre 12 e 72 horas após a ingestão de alimento contaminado.
A doença atinge o trato gastrointestinal e pode provocar diarreia, febre e cólicas abdominais, com duração de quatro a sete dias. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos devido à resistência da cepa identificada.
De acordo com o Ministério da Saúde, a intensidade dos sintomas varia conforme a quantidade ingerida e o nível de contaminação. Entre os principais sinais estão:
- diarreia
- vômitos
- febre moderada
- dor abdominal
- mal-estar
- cansaço
- perda de apetite
- calafrios
Orientação aos consumidores
A Anvisa orienta que consumidores não comprem produtos alimentícios que contenham Moringa oleifera e suspendam o uso de itens já adquiridos.
Denúncias sobre a comercialização do produto podem ser feitas às autoridades sanitárias locais ou diretamente à agência por meio dos canais oficiais de atendimento.
Com informações da Folha de São Paulo*
Por Haliandro Furtado, da redação da Jovem Pan News Manaus






