Hemoam inova em diagnóstico de infecções com tecnologia inédita no Amazonas

O Hemoam implantou o Vitek® MS Prime, tecnologia que identifica microrganismos causadores de infecções em apenas 3 minutos, reduzindo drasticamente o tempo de diagnóstico que antes levava até 48 horas. A inovação fortalece o tratamento precoce e melhora os resultados para os pacientes na rede pública estadual.

A Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) modernizou o diagnóstico de doenças infecciosas com a implantação do Vitek® MS Prime, equipamento que permite identificar bactérias, fungos e micobactérias em minutos. A tecnologia inédita na rede pública estadual reduz o tempo de identificação microbiana de até 48 horas para apenas 3 minutos, agilizando o início do tratamento e aumentando a segurança dos pacientes.

O Vitek® MS Prime, desenvolvido pela empresa francesa bioMérieux, utiliza a tecnologia MALDI-TOF (ionização e dessorção a laser assistida por matriz) para identificar microrganismos com precisão em nível de espécie, gênero ou grupo. Com a inovação, o Hemoam pode detectar rapidamente agentes causadores de tuberculose, infecções fúngicas sistêmicas, micobactérias não tuberculosas e infecções em pacientes críticos, como os neutropênicos febris.

Segundo a diretora-presidente do Hemoam, Socorro Sampaio, a nova tecnologia representa mais do que modernização de equipamentos. “Estamos falando de mais cuidado com as pessoas, diagnósticos rápidos e tratamentos iniciados no tempo certo. Isso garante mais segurança, eficiência e fortalece o trabalho das nossas equipes”, afirmou.

O chefe do Departamento de Análises Clínicas, João Paulo Pimentel, destacou o impacto da ferramenta no tratamento dos pacientes. “Passamos de dias para minutos no diagnóstico microbiológico, permitindo que o médico escolha o tratamento correto de forma precoce. Isso melhora a recuperação dos pacientes e o uso racional de antimicrobianos”, explicou.

Além de acelerar o diagnóstico, o Vitek® MS Prime otimiza o fluxo de trabalho nos laboratórios públicos, reduz o volume de amostras enviadas a outros centros de referência e fortalece a autonomia diagnóstica da rede estadual. A tecnologia contribui ainda para a redução de custos com exames laboratoriais e internações prolongadas, garantindo desfechos clínicos mais positivos.

Com informações da Assessoria.

Por Erike Ortteip, da redação da Jovem Pan News Manaus.