O programa Gás do Povo vai garantir recargas gratuitas de botijões de gás de cozinha de 13 quilos para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. A iniciativa tem como objetivo enfrentar a pobreza energética no país, reduzir a vulnerabilidade das famílias de baixa renda e ampliar o acesso a um insumo essencial no dia a dia, o gás liquefeito de petróleo (GLP). Quando estiver totalmente operacional, a previsão é atender 15 milhões de famílias, cerca de 50 milhões de pessoas, distribuídas por todos os estados brasileiros.
O programa é coordenado pelos ministérios de Minas e Energia e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, com apoio da Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pelo cadastramento, emissão e gestão do vale recarga. Até agora, cerca de 10 mil pontos de venda já foram credenciados, conectando aproximadamente uma em cada seis revendas de GLP do país à iniciativa. A expectativa é ampliar esse número até março, quando o programa entrará em operação plena.
O acesso ao benefício pode ser feito de forma digital ou presencial. As famílias podem consultar a elegibilidade, verificar a situação do vale recarga e localizar pontos credenciados pelo aplicativo Meu Social – Gás do Povo. Para quem não tem smartphone ou acesso à internet, a recarga gratuita pode ser utilizada pelo cartão do Bolsa Família com chip, cartão de débito da Caixa ou simplesmente informando o CPF do responsável familiar nos pontos de venda.
Entre os canais de consulta estão:
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Aplicativo Meu Social – Gás do Povo
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Portal Cidadão Caixa
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Atendimento Caixa Cidadão: 0800 726 0207
O programa foi sancionado na sexta-feira (13) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio da Lei nº 15.348, como parte de um esforço do governo federal para reduzir desigualdades sociais e garantir acesso universal a serviços essenciais. Especialistas destacam que a iniciativa pode impactar diretamente a segurança alimentar e a qualidade de vida de milhões de famílias, principalmente em regiões com maior vulnerabilidade econômica.
Com informações da Assessoria
Foto: Divulgação
Por Ismael Oliveira – Redação Jovem Pan News Manaus






