Um sismo de magnitude 5,2 na escala Richter atingiu o sul da China nesta segunda-feira (18), deixando dois mortos e um ferido. O tremor também provocou a retirada de cerca de 7 mil pessoas, segundo a imprensa estatal.
O epicentro foi registrado na província de Guangxi, às 00h21 no horário local, a uma profundidade de oito quilômetros, de acordo com o Centro de Redes Sismológicas da China.
A agência estatal Xinhua informou inicialmente duas mortes e uma pessoa desaparecida no condado de Liunan, na cidade de Liuzhou. Posteriormente, a emissora CCTV informou que equipes de resgate localizaram a última pessoa que estava sob escombros na comunidade de Taiyangcun. A vítima foi resgatada em estado estável e encaminhada a um hospital.
O tremor foi sentido em diferentes cidades de Guangxi, incluindo Liuzhou, Guilin e Nanning. O abalo também foi percebido em Hong Kong, a cerca de 500 quilômetros do epicentro, segundo autoridades meteorológicas locais.
Após o sismo, o Centro de Resposta e Socorro ao Terremoto de Liuzhou ativou protocolo de emergência e coordenou operações com equipes de resgate, bombeiros e forças de segurança para busca de vítimas e evacuação de moradores.
As autoridades iniciaram inspeções em imóveis, sistemas de abastecimento de água e energia, estradas, pontes, minas e áreas com risco de desastres geológicos.
Em balanço anterior, autoridades locais informaram o desabamento de 13 casas. Quatro pessoas foram levadas ao hospital e estavam fora de risco.
Mais de 7 mil moradores foram retirados da área afetada. Segundo as autoridades, os sistemas de comunicação, energia elétrica, abastecimento de água, gás e estradas continuavam operando.
Após o tremor principal, foram registrados abalos secundários. As autoridades informaram cinco tremores de magnitude entre 2,2 e 3,2 na escala Richter antes e depois do evento principal.
O Centro de Redes Sismológicas da China registrou ainda um tremor secundário de magnitude 3,3 às 07h41 no horário local, em Liunan, a uma profundidade de 10 quilômetros.
Com informações da Agência Brasil*
Por Haliandro Furtado, da redação da Jovem Pan News Manaus






