A 3ª edição do Corredor Cultural do Quilombo Urbano do Barranco de São Benedito acontece entre os dias 19 de março e 12 de abril em Manaus. A programação gratuita reúne oficinas, rodas de escuta, atividades formativas e apresentações culturais, com foco na preservação dos saberes tradicionais e da cultura afro-brasileira na capital amazonense.
As atividades serão realizadas em escolas públicas, universidade e no próprio território quilombola. Entre os locais que recebem as ações estão a Escola Estadual Luizinha Nascimento, a Escola Estadual Barão do Rio Branco, o Centro Universitário Fametro e o Quilombo Urbano do Barranco de São Benedito.
O projeto inclui oficinas de educação antirracista, contação de histórias quilombolas, culinária tradicional e formação musical relacionada ao samba raiz, além de apresentações de samba raiz e coco de roda. A iniciativa integra também práticas de cartografia popular e democracia cultural, destacando a memória histórica do território quilombola.
O Corredor Cultural coincide com o Festejo de São Benedito, que completa 136 anos em 2026, mantendo tradições de fé, música, culinária e encontros comunitários. A programação busca valorizar a identidade da comunidade quilombola e fortalecer a presença negra na história urbana de Manaus.
Entre os destaques da agenda:
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19 de março – Escola Estadual Luizinha Nascimento
8h30: Oficina Sankofa: Formação em Educação Antirracista e Contação de Histórias Quilombolas -
20 de março – Escola Estadual Barão do Rio Branco
14h: Oficina de Percussão do Samba Raiz
14h: Oficina de Harmonia do Samba Raiz
Centro Universitário Fametro – 19h: Oficina Sankofa e formação em políticas culturais -
21 de março – Quilombo Urbano do Barranco de São Benedito
9h: Oficina Sankofa
10h: Escuta comunitária e cartografias populares -
11 de abril – Quilombo do Barranco
10h: Oficina de Feijoada
14h: Oficinas de percussão e harmonia do Samba Raiz
16h: Apresentações de Samba Raiz e Coco de Roda -
12 de abril – Quilombo do Barranco
17h: Procissão de São Benedito
20h: Novena e derrubada do mastro
O projeto é realizado com apoio do Fundo Casa Socioambiental e do Programa Agentes Territoriais de Cultura, em parceria com o Instituto Federal do Pará (IFPA) e o Ministério da Cultura, fortalecendo iniciativas voltadas à valorização da diversidade e da memória afro-amazônica.
Com informações da Assessoria
Foto: Reprodução
Por Ismael Oliveira – Redação Jovem Pan News Manaus






