A arte circense chega às escolas da zona rural de Manaus com a primeira edição do Festival Feminino de Artes Circenses, que acontece nos dias 7 e 8 de maio de 2026. A programação é gratuita e voltada a estudantes, educadores e comunidades locais.
O festival propõe uma imersão em diferentes linguagens do circo, com apresentações, esquetes e performances conduzidas exclusivamente por mulheres. A iniciativa também inclui oficinas de palhaçaria feminina, aproximando o público do processo criativo das artistas.
A abertura será no dia 7 de maio, na Escola Municipal Canaã II, na comunidade Julião, Tarumã-Mirim. No dia seguinte, o festival circula por outras duas unidades da rede municipal localizadas ao longo da rodovia AM-010, no Lago Azul e no quilômetro 35.
Programação
07 de maio (quarta-feira)
10h – Escola Municipal Canaã II
Comunidade Julião – Tarumã-Mirim
08 de maio (quinta-feira)
9h – Escola Municipal Deputado Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Bisneto
Km 19 da rodovia AM-010 – Lago Azul
14h – Escola Municipal Abílio Alencar
Km 35 da rodovia AM-010
Durante os dois dias, será realizada a oficina de palhaçaria feminina com a atriz Aline Cassiano, voltada à experimentação e introdução à linguagem do circo. A programação também inclui atividades formativas como vivências e conversas sobre o universo circense e a atuação feminina nas artes.
A direção do projeto é assinada pela artista Ana Cláudia Motta, com produção de Anne Oliveira e oficinas conduzidas por Aline Cassiano. O elenco reúne artistas de diferentes trajetórias na cena circense, como Kelly Vanessa, que interpreta a palhaça Pão Doce, além de Lia de Paula, Juliana Gonçalves e outras integrantes.
A proposta do festival é ampliar o acesso à cultura em áreas mais afastadas do centro urbano e fortalecer a presença de mulheres no circo contemporâneo. O festival integra um edital de fomento cultural e conta com apoio institucional voltado à difusão de atividades artísticas em comunidades fora do eixo central da cidade.
Com Informações da Assessoria
Foto: Divulgação
Por Ismael Oliveira – Redação Jovem Pan News Manaus






