Faltando pouco mais de um mês para o Festival Folclórico de Parintins 2026, a rede hoteleira da Ilha de Parintins está com 100% das vagas ocupadas. A demanda antecipada levou à ampliação da procura por imóveis particulares, que passaram a concentrar as opções de hospedagem no período do evento.
O festival ocorre nos dias 26, 27 e 28 de junho e reúne visitantes para as apresentações dos bois Garantido e Caprichoso no Bumbódromo.
Ainda de acordo com o G1, dez hotéis e pousadas consultados já haviam encerrado as reservas meses antes da realização do evento. Nos estabelecimentos com disponibilidade no período da apuração, os pacotes de cinco dias variavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, com opções para três a quatro pessoas. Em parte das unidades, o valor médio era de R$ 150 por dia por pessoa.
Casas chegam a R$ 247 mil no período do festival
Com a rede hoteleira esgotada, imóveis residenciais passaram a ser ofertados para aluguel por temporada durante o festival.
Segundo o levantamento do G1, os valores variam conforme localização e estrutura. Uma das residências anunciadas, com capacidade para até 10 pessoas, tem valor de R$ 247 mil para cinco dias, equivalente a cerca de R$ 50 mil por diária.
Outros imóveis também aparecem no mercado: uma casa para até 10 pessoas por R$ 17 mil no período, outra para oito hóspedes por R$ 14.065 e um terceiro imóvel para até 10 pessoas por R$ 12 mil pelos cinco dias.
A variação de preços está ligada a fatores como proximidade do Bumbódromo, estrutura, climatização e mobília.
Alternativas de hospedagem em Parintins
Com a alta ocupação da rede formal, embarcações que fazem o trajeto pelos rios da região seguem como alternativa de hospedagem durante o festival. Passageiros utilizam áreas comuns para pernoite em redes durante a estadia.
Também há opções em caravanas fluviais, que oferecem cabines e camarotes privativos em pacotes que incluem transporte e hospedagem.
Outra alternativa é a oferta de quartos e casas por moradores da cidade durante o período do evento, além de espaços coletivos conhecidos como “redários”, onde visitantes utilizam redes para dormir.
Com informações do G1 AM*
Por Haliandro Furtado, da redação da Jovem Pan News Manaus






