Uma pesquisa interna, ainda não divulgada oficialmente, apresenta um cenário atribuído à disputa pelas oito vagas do Amazonas na Câmara dos Deputados nas eleições. Segundo informações obtidas pelo Portal do Generoso, o levantamento teria sido realizado por um instituto de pesquisas eleitorais, com entrevistas presenciais em Manaus e em municípios do interior do estado.
Como o estudo não foi registrado nem disponibilizado para consulta pública ou verificação independente, os dados não podem ser confirmados de forma autônoma.
Projeção para os partidos
De acordo com os números atribuídos ao levantamento, o Partido Liberal (PL) aparece com projeção para conquistar duas cadeiras na Câmara dos Deputados, somando 29,5% dos votos válidos atribuídos aos seus principais candidatos. Nesse cenário, Salazar registra 21,3% e Alfredo Nascimento, 8,2%.
O Republicanos também aparece com projeção de duas vagas, totalizando 23,8% dos votos válidos atribuídos aos candidatos da legenda. Os percentuais informados são de 12,7% para Amon Mandel, 8,6% para Silas Câmara e 2,5% para João Carlos.
Cenário para as demais legendas
O PSD surge com projeção de uma cadeira, alcançando 11,2% dos votos válidos atribuídos aos seus candidatos. Os percentuais informados são de 5,5% para Átila Lins, 4,1% para Sidney Leite e 1,6% para Pauderney Avelino.
A federação União Progressista aparece com projeção de uma vaga, somando 10,5%, sendo 8,5% atribuídos a Joana Darc e 2% a Fausto Júnior.
O MDB também figura com projeção de uma cadeira, totalizando 8,4% dos votos válidos atribuídos aos seus candidatos. Os percentuais apresentados são de 3,9% para Adail Filho, 3,5% para Saullo Vianna e 1% para Jesus Alves.
Disputa pela última vaga
Segundo as informações atribuídas ao levantamento, a oitava e última vaga estaria em disputa entre PSD e Avante. Pelo Avante, Ariel Almeida e Coronel Menezes aparecem com 2,5% cada, indicando um cenário de equilíbrio neste momento.
Pesquisa não foi divulgada oficialmente
Conforme as informações obtidas pelo Portal do Generoso, o levantamento é de caráter interno e ainda não foi divulgado oficialmente. Por esse motivo, os resultados não podem ser verificados de forma independente.
Especialistas em pesquisas eleitorais destacam que levantamentos desse tipo representam um retrato do momento em que são realizados e podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral, à medida que a campanha avança.






