O Brasil lidera os pedidos de patentes na América Latina e no Caribe, segundo um estudo divulgado pela Organização Europeia de Patentes (OEP) em parceria com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
O levantamento mostra que os setores que mais utilizam direitos de propriedade industrial — como as indústrias automotiva, farmacêutica e eletrônica — representam 16% do valor agregado da manufatura brasileira e geram mais de 750 mil empregos no país.
Na América Latina e no Caribe, essas áreas respondem por 13,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do setor manufatureiro, além de manter cerca de 1,6 milhão de postos de trabalho na região. As patentes funcionam como uma proteção legal para invenções, garantindo exclusividade no uso e exploração de novas tecnologias, produtos e processos industriais.
De acordo com o estudo, o avanço dos registros de patentes e da proteção intelectual está diretamente ligado ao crescimento da inovação, da competitividade industrial e da geração de empregos especializados.
Os dados reforçam o peso do Brasil no cenário industrial latino-americano, principalmente em áreas ligadas à tecnologia, desenvolvimento de medicamentos, produção automotiva e equipamentos eletrônicos.
Especialistas apontam que o aumento dos pedidos de patentes também reflete maior investimento em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e criação de produtos com valor agregado mais elevado. O estudo destaca ainda que países com maior proteção à propriedade industrial tendem a atrair mais investimentos e ampliar a presença de empresas inovadoras no mercado global.
Com Informações do Site Poder 360
Por João Paulo Oliveira, da redação da Jovem Pan News Manaus






